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Fatores que influenciam na boa alimentação do pet

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Embora algumas pessoas desconheçam, é comum animais de estimação darem trabalho para comer. Fazer com que eles se alimentem voluntariamente não é uma tarefa simples. Mais difícil ainda é conseguir que mantenham uma nutrição apropriada. A veterinária Keila Regina de Godoy dá dicas de como oferecer uma alimentação saborosa e saudável para que o pet tenha total disposição e possa ter momentos de companheirismo e diversão junto ao dono.

“Oferecer um alimento altamente palatável está entre as atitudes mais determinantes, e algumas medidas podem ser adotadas para que o animal sinta-se mais confortável e estimulado a se nutrir voluntariamente”, informa a veterinária. A primeira delas relaciona-se aos cuidados com o ambiente em que está o pet. “Sabe-se claramente que gatos são mais receptivos a novos alimentos quando estes são oferecidos no ambiente familiar em que estão habituados. O local em que a comida é exposta também deve receber atenção, pois não pode ser próximo à área de defecação e micção do animal.”

No que diz respeito aos horários, no caso dos cães, manter uma rotina fixa para alimentação, com a retirada da vasilha em 30 minutos independente do animal ter ingerido ou não o alimento, costuma ajudar a discipliná-lo e a aceitar a refeição com mais facilidade. Além disso, trata-se de um procedimento importante para evitar a exposição da comida por muito tempo, prevenindo assim, a perda do aroma e da crocância, além da oxidação das gorduras. Estes eventos promovem a diminuição da palatabilidade de por isso precisam ser evitados.

“Em conjunto a estes cuidados, não se deve manter 24 horas de luz acesa, e sim, usar ciclos de claro e escuro, já que alguns animais, principalmente gatos, têm diferentes padrões de consumo de acordo com o ciclo de luminosidade”, complementa Keila. Além destes fatores, a pessoa que irá fornecer o alimento ao animal também influencia diretamente na aceitação ou não. Acostumar o pet a ser nutrido por diferentes pessoas é importante para prevenir que este fique sem comer pela ausência de quem o alimenta habitualmente.

A veterinária chama a atenção para certas artimanhas a que alguns donos recorrem para que o animalzinho não recuse o alimento. “Recursos como aquecê-lo, aumentar a umidade com água morna, acrescentar gorduras, proteínas, dentre outros, só são recomendados no caso de animais enfermos ou, eventualmente, para os idosos. Isso porque estas práticas devem envolver um cuidado extra com o balanço da dieta e com a segurança alimentar”, finaliza.

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